Setor de panficação em MG espera crescer 15% no ano
O setor mineiro de panificação, que faturou cerca de R$ 7 bilhões em 2009, espera crescer 15% neste ano. O otimismo, sustentado principalmente pelo incremento da economia brasileira e o aumento gradativo do número de pessoas que se alimenta fora de casa, pode ser sentido na Feira Nacional de Panificação, Confeitaria e Sorveteria (MinasPão 2010), […]
O setor mineiro de panificação, que faturou cerca de R$ 7 bilhões em 2009, espera crescer 15% neste ano. O otimismo, sustentado principalmente pelo incremento da economia brasileira e o aumento gradativo do número de pessoas que se alimenta fora de casa, pode ser sentido na Feira Nacional de Panificação, Confeitaria e Sorveteria (MinasPão 2010), aberta nesta quinta-feira no Expominas, em Belo Horizonte. O evento vai até sábado (17), sempre de 13 às 21 horas, exceto no sábado, até 18 horas.
De acordo com o presidente do Sindicato e Associação Mineira da Indústria de Panificação (Amipão), Luiz Carlos Caio Xavier Carneiro, a expectativa de negócios é da ordem de R$ 300 milhões – R$ 100 milhões na feira e R$ 200 milhões até a edição de 2011 -, ante R$ 200 milhões em 2009.
Aberta apenas para profissionais do setor, em uma área de 10 mil metros quadrados, a 11ª edição da MinasPão reúne 230 empresas, divididas em 90 estandes. O evento, que apresenta várias novidades para o segmento, conta com a participação de empresas fabricantes de produtos, equipamentos e maquinários, além de prestadoras de serviços para panificação, confeitaria, sorveteria e segmentos de alimentos em geral.
A bola da vez na panificação, segundo Carneiro, é agregar valor às padarias, por meio da oferta ao público de café da manhã, almoço, lanches rápidos e caldos no início da noite, entre outros produtos. Segundo ele, o número de estabelecimentos que atuam nesse nicho ainda é pequeno – cerca de 10% das padarias de BH -, mas crescente. “O mercado está aquecido e os empresários estão investindo. Existem várias linhas de financiamento para isso, com custos acessíveis”, pondera o empresário.
Em parte, a expansão dos negócios nas padarias está travada por falta de mão de obra qualificada. Conforme o presidente da Associação Mineira da Indústria de Panificação (Amip), Antônio de Pádua Moreira, existem atualmente, só em Belo Horizonte, cerca de mil vagas para panifieiro, profissional que atua na linha de pães especiais, com salário médio de R$ 700. Para confeiteiros, diz, existem aproximadamente 500 vagas, com salários médios que vão de R$ 800 a R$ 2 mil., em alguns casos.
Para conquistar uma vaga, no entanto, é preciso qualificação, que pode ser obtida nos cursos do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). No caso do panifieiro, o curso tem duração de sete meses. O salário é menor, pois a pessoa não precisa, necessariamente, ter experiência. Já os confeiteiros, além do curso, precisam estar no mercado há pelo menos dois anos. “Estamos vivendo o melhor momento nosso. As pessoas têm cada vez menos tempo e a demanda por alimentos fora de casa é alta.”
Quem comparecer à feira terá a chance de conhecer novidades. Uma delas, um ultracongelador, desenvolvido e fabricado pela Klimaquip, de Pouso Alegre, no Sul de Minas, que mantém a temperatura de alimentos abaixo de 40 graus. O equipamento, segundo o diretor Angelo de Souza Júnior, tem como uma das vantagens evitar a perdas de produtos de maior valor agregado, como as linhas de pães especiais, que deixam de ser vendidos.
“A padaria vai produzir o pão normalmente, ou seja, faz a massa, fermenta e assa, só que até 70% do tempo total. O produto é então colocado no equipamento, onde é resfriado em apenas 20 minutos e depois armazenado na câmara frigorífica por até cinco dias. Quando o cliente pedir o produto, e ele não estiver disponível na hora, basta complementar o assado, aproveitando o forno comum da padaria, por dez minutos. Além de evitar perdas, isso fideliza mais o cliente, pois ele sempre vai encontrar o produto que procura”, salienta. O equipamento é encontrado em várias tamanhos, a partir de R$ 12 mil.
Outra novidade na feira é a máquina de fazer mini-esfirras. A novidade é que, no mesmo equipamento, existem recipientes distintos para recheio, massa e farinhador, para evitar que a massa grude. O salgado sai pronto para ser assado. O equipamento, fabricado pela paulista Bralyx Poletto e Partners, segundo o gerente nacional de vendas da empresa, Adalberto Poletto, permite ao dono da padaria vender a esfirra no estabelecimento e, principalmente, aceitar encomendas para festas. O produto custa R$ 16.500.
Setor de panficação em MG espera crescer 15% no ano
O setor mineiro de panificação, que faturou cerca de R$ 7 bilhões em 2009, espera crescer 15% neste ano. O otimismo, sustentado principalmente pelo incremento da economia brasileira e o aumento gradativo do número de pessoas que se alimenta fora de casa, pode ser sentido na Feira Nacional de Panificação, Confeitaria e Sorveteria (MinasPão 2010), […]
O setor mineiro de panificação, que faturou cerca de R$ 7 bilhões em 2009, espera crescer 15% neste ano. O otimismo, sustentado principalmente pelo incremento da economia brasileira e o aumento gradativo do número de pessoas que se alimenta fora de casa, pode ser sentido na Feira Nacional de Panificação, Confeitaria e Sorveteria (MinasPão 2010), aberta nesta quinta-feira no Expominas, em Belo Horizonte. O evento vai até sábado (17), sempre de 13 às 21 horas, exceto no sábado, até 18 horas.
De acordo com o presidente do Sindicato e Associação Mineira da Indústria de Panificação (Amipão), Luiz Carlos Caio Xavier Carneiro, a expectativa de negócios é da ordem de R$ 300 milhões – R$ 100 milhões na feira e R$ 200 milhões até a edição de 2011 -, ante R$ 200 milhões em 2009.
Aberta apenas para profissionais do setor, em uma área de 10 mil metros quadrados, a 11ª edição da MinasPão reúne 230 empresas, divididas em 90 estandes. O evento, que apresenta várias novidades para o segmento, conta com a participação de empresas fabricantes de produtos, equipamentos e maquinários, além de prestadoras de serviços para panificação, confeitaria, sorveteria e segmentos de alimentos em geral.
A bola da vez na panificação, segundo Carneiro, é agregar valor às padarias, por meio da oferta ao público de café da manhã, almoço, lanches rápidos e caldos no início da noite, entre outros produtos. Segundo ele, o número de estabelecimentos que atuam nesse nicho ainda é pequeno – cerca de 10% das padarias de BH -, mas crescente. “O mercado está aquecido e os empresários estão investindo. Existem várias linhas de financiamento para isso, com custos acessíveis”, pondera o empresário.
Em parte, a expansão dos negócios nas padarias está travada por falta de mão de obra qualificada. Conforme o presidente da Associação Mineira da Indústria de Panificação (Amip), Antônio de Pádua Moreira, existem atualmente, só em Belo Horizonte, cerca de mil vagas para panifieiro, profissional que atua na linha de pães especiais, com salário médio de R$ 700. Para confeiteiros, diz, existem aproximadamente 500 vagas, com salários médios que vão de R$ 800 a R$ 2 mil., em alguns casos.
Para conquistar uma vaga, no entanto, é preciso qualificação, que pode ser obtida nos cursos do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). No caso do panifieiro, o curso tem duração de sete meses. O salário é menor, pois a pessoa não precisa, necessariamente, ter experiência. Já os confeiteiros, além do curso, precisam estar no mercado há pelo menos dois anos. “Estamos vivendo o melhor momento nosso. As pessoas têm cada vez menos tempo e a demanda por alimentos fora de casa é alta.”
Quem comparecer à feira terá a chance de conhecer novidades. Uma delas, um ultracongelador, desenvolvido e fabricado pela Klimaquip, de Pouso Alegre, no Sul de Minas, que mantém a temperatura de alimentos abaixo de 40 graus. O equipamento, segundo o diretor Angelo de Souza Júnior, tem como uma das vantagens evitar a perdas de produtos de maior valor agregado, como as linhas de pães especiais, que deixam de ser vendidos.
“A padaria vai produzir o pão normalmente, ou seja, faz a massa, fermenta e assa, só que até 70% do tempo total. O produto é então colocado no equipamento, onde é resfriado em apenas 20 minutos e depois armazenado na câmara frigorífica por até cinco dias. Quando o cliente pedir o produto, e ele não estiver disponível na hora, basta complementar o assado, aproveitando o forno comum da padaria, por dez minutos. Além de evitar perdas, isso fideliza mais o cliente, pois ele sempre vai encontrar o produto que procura”, salienta. O equipamento é encontrado em várias tamanhos, a partir de R$ 12 mil.
Outra novidade na feira é a máquina de fazer mini-esfirras. A novidade é que, no mesmo equipamento, existem recipientes distintos para recheio, massa e farinhador, para evitar que a massa grude. O salgado sai pronto para ser assado. O equipamento, fabricado pela paulista Bralyx Poletto e Partners, segundo o gerente nacional de vendas da empresa, Adalberto Poletto, permite ao dono da padaria vender a esfirra no estabelecimento e, principalmente, aceitar encomendas para festas. O produto custa R$ 16.500.