Sobrinha de João Izael pega 26 anos de prisão pelo assassinato da mãe
Momento da leitura da sentença dos acusados
O julgamento foi extenso e cansativo. A defesa ouviu todas as suas testemunhas e, assim como o Ministério Público, fez uso de todas as considerações possíveis, incluindo réplicas e tréplicas.
O promotor César Augusto, que veio de Belo Horizonte, incriminou os réus durante todas as suas falas. Já os advogados de defesa, tentavam, todo tempo, limpar a barra de seus clientes e, para isso, incriminavam o outro réu. O advogado José Vital, que defendia Daniela, disse que a vítima agiu sobre coação e ameaça quando assumiu a autoria do crime. Já o defensor de Adriano, Willian Mendes, tentou provar que o cliente não estava na cena do crime, apresentando álibis que acabaram não convencendo o júri popular.
O julgamento começou por volta das 9h30 da manhã da segunda-feira, 26, e só terminou às 1h da madrugada de terça-feira,
Os advogados anunciaram que vão recorrer da decisão.