Comunidades se preparam para toque de sirenes da barragem de Santana nesta terça-feira
Comunidades próximas à barragem de Santana, da Vale, escutarão nesta terça-feira, 7, o som das sirenes de emergência. O teste do equipamento deverá abranger até cinco localidades instaladas nas chamadas zonas de autossalvamento (ZAS), entre Itabira e Santa Maria de Itabira. Diferente do que aconteceu em cidades como Barão de Cocais, Santa Bárbara e São […]

Comunidades próximas à barragem de Santana, da Vale, escutarão nesta terça-feira, 7, o som das sirenes de emergência. O teste do equipamento deverá abranger até cinco localidades instaladas nas chamadas zonas de autossalvamento (ZAS), entre Itabira e Santa Maria de Itabira.
Diferente do que aconteceu em cidades como Barão de Cocais, Santa Bárbara e São Gonçalo do Rio Abaixo, nas comunidades vizinhas à barragem de Santana não será necessária nenhuma ação dos moradores. Não se trata de um simulado de evacuação. Segundo a Vale, ao ouvir o alerta, as pessoas poderão continuar normalmente com suas atividades do dia a dia.
De acordo com a empresa, o som poderá alcançar as comunidades de Gaspar, Córrego da Lage, Flor do Vale e Cordeiro, em Santa Maria de Itabira, e Morro Santo Antônio, em Itabira. Nessas localidades, para que não haja sustos e nem desespero, a Vale e a Defesa Civil organizaram reuniões de esclarecimento.
“Por aqui está todo mundo tranquilo. Acabei de chegar de uma reunião lá na capela e o pessoal da Defesa Civil nos orientou, prestou todas as informações. Acho que não haverá qualquer problema”, afirma o líder comunitário de Gaspar, Aeliton Rodrigues Almeida. Segundo ele, a localidade, distante pouco mais de dois quilômetros da barragem de Santana, tem cerca de 25 famílias.
Tranquilidade que também é informada pelo líder comunitário do Morro Santo Antônio, Vinicius Aparecido de Souza. “Acho que aqui nem iremos escutar direito a sirene. Vai ser mais forte lá no pé do morro, próximo a Gaspar. De qualquer forma, estamos todos já avisados. Vai transcorrer sem maiores problemas”, afirma.
As sirenes poderão ser escutadas entre 10h e 11h. A Vale pondera que a medida é preventiva e tem como objetivo conferir a eficiência do sistema e ajustá-lo, caso seja preciso. Com cerca de 15,7 milhões de m³ de água, a barragem de Santana auxilia as operações da mina do Cauê, em Itabira. Não há disposição de rejeitos no local.