Foragido se entrega à polícia em Itabira

O foragido da Justiça Gilmar Mota da Silva, 25 anos, foi preso por uma equipe da Polícia Militar na avenida Carlos de Paula Andrade, nas proximidades da Prefeitura de Itabira. Ele era procurado sob a acusação de matar Leônidas Joaquim da Silva, 54 anos, no primeiro dia de dezembro do ano passado.   A Central […]

O foragido da Justiça Gilmar Mota da Silva, 25 anos, foi preso por uma equipe da Polícia Militar na avenida Carlos de Paula Andrade, nas proximidades da Prefeitura de Itabira. Ele era procurado sob a acusação de matar Leônidas Joaquim da Silva, 54 anos, no primeiro dia de dezembro do ano passado.
 
A Central de Operações da PM (Copom), do 26ºBPM, recebeu a ligação às 17h12 de ontem. Gilmar Mota se identificou como foragido, natural de Governador Valadares, e que pretendia se entregar.
 
Em poucos minutos os militares localizaram Gilmar que apresentou os documentos confirmando o que tinha dito por telefone. Ao fazer um levantamento, o Copom confirmou que havia um mandado de prisão para o acusado expedido no dia 8 de dezembro de 2009 pelo Juiz Criminal Vagner Alcântara Pereira.
 
O crime
De acordo com a polícia de Governador Valadares, Gilmar Mota e seu primo, Leandro Leonardo Lima de Oliveira, 19 anos, pegaram carona com a vítima até o distrito de Derribadinha, zona rural de Governador Valadares. No trajeto, a dupla teria agredido o homem, que mesmo sendo mais fraco que os dois rapazes, conseguiu correr em direção às margens do Rio Doce. Mas acabou sendo alcançado pelos criminosos, que usaram um estilete e uma chave de fenda para executá-lo.
 
Após matar o homem , os criminosos ainda levaram seu veículo, um Gol, placa GRY-7149, assim consumando latrocínio. No dia seguinte ao crime, Leandro Lima passava pela rodovia MGC-259, no km-185, no distrito de Santo Antônio do Pontal quando foi parado por uma guarnição da Polícia Rodoviária Estadual, que fazia uma blitz rotineira.
 
Na blitz, o primo de Gilmar teria se identificado como Marcos Roberto Mota Ambrósio, não portava Carteira Nacional de Habilitação e nem os documentos do carro. Ao fazer uma consulta sobre o Gol, os militares constataram que ele estava desaparecido bem como o proprietário. Na época do sumiço, a vítima estaria com a quantia de R$ 3 mil como relatou uma filha.