Alunas da quinta turma do “Tecendo Itabira” são diplomadas na FCCDA
Solenidade aconteceu na Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade
O projeto “Tecendo Itabira” comemorou mais uma formatura em Itabira, na noite dessa terça-feira, 10 de setembro. Trinta e uma alunas participaram da solenidade, que contou com a participação do prefeito Damon Lázaro de Sena e de outras autoridades. O “Tecendo Itabira”, que ensina a confeccionar artesanato a partir de materiais descartáveis, é desenvolvido há quatro anos, através de uma parceria entre Secretaria de Ação Social e Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade.
Idealizado pelo estilista itabirano Ronaldo Silvestre, o projeto busca a valorização das riquezas itabiranas pelo próprio itabirano. “De um tempo para cá, temos definido a busca de uma identidade cultural de Itabira através do feito à mão. Não é só aquele artesanato propriamente dito; é o empreender dentro do artesanato”, afirmou Ronaldo, gestor do projeto.
Rodrigo Bernardi, coordenador do “Tecendo Itabira”, agradeceu ao prefeito Damon por dar continuidade à iniciativa, que começou no governo de João Izael. Ao se dirigir às alunas, disse: “Hoje vocês fazem parte da economia criativa itabirana, mineira e brasileira”, discursou.
Uma das alunas, Odeth Silva de Jesus, foi escolhida para falar em nome da turma e fez um belo discurso. Citou detalhes do dia a dia junto dos professores e das colegas e ressaltou a importância de se investir em pessoas. Durante sua mensagem, Damon de Sena falou da importância do trabalho e desejou felicidades às alunas. “Usem bem o que aprenderam neste projeto. Levem para o mundo”, afirmou.
Homenagem a DeFato
As bolsas, cadeiras, tapetes e objetos de decoração são feitos a partir de materiais como jornais, sacos de cimento, garrafas pet, caixas de leite e outros. Devido aos 20 anos de DeFato, o gestor do projeto, estilista Ronaldo Silvestre, fez uma homenagem ao grupo de comunicação e usou páginas da revista para confeccionar as luminárias. O trabalho ficou tão perfeito que Damon sugeriu a permanência das luminárias no local, não apenas durante a exposição “A Magia de Tecer”, resultante do trabalho das alunas.