Valério abre venda de ingressos para decisão contra o Villa Nova no Israel Pinheiro

Mesmo após adequações nas arquibancadas, a capacidade do estádio segue mantida em 1.950 ingressos disponíveis para comercialização

Valério abre venda de ingressos para decisão contra o Villa Nova no Israel Pinheiro
Foto: @ms_fotogr4fia

Após empatar por 1 a 1 no duelo de ida, disputado em Nova Lima, o Valério iniciou a venda de ingressos para a partida decisiva contra o Villa Nova, válida pelo jogo de volta das quartas de final do Módulo II do Campeonato Mineiro. O confronto acontece neste domingo (26), às 15h, no Estádio Israel Pinheiro, em Itabira, e vale uma vaga nas semifinais da competição.

Como fez melhor campanha na primeira fase, o Valério tem a vantagem de poder jogar por um novo empate para garantir a classificação. Já o Villa Nova precisa vencer para avançar. Os valores dos ingressos para a decisão seguem mantidos em R$40 para a entrada inteira e R$20 para a meia-entrada. O benefício é destinado a 40% da carga total de ingressos, para crianças de até 12 anos, estudantes e idosos, conforme os critérios estabelecidos pela legislação. 

As vendas acontecem na secretaria do Valério, das 8h às 20h e cada torcedor poderá adquirir até quatro ingressos, medida adotada para evitar concentração de compras e ampliar o acesso do público. Os sócios-torcedores terão acesso a uma carga exclusiva de ingressos até as 12h desta quinta-feira (23). Após esse horário, os bilhetes que não forem adquiridos pelos associados serão disponibilizados para venda ao público em geral.

Para a partida de domingo, o Estádio Israel Pinheiro manterá a capacidade de 1.950 ingressos disponíveis para comercialização. A diretoria do Valeriodoce informou que já concluiu as obras de alvenaria e a instalação dos corrimãos exigidas para a ampliação da capacidade do estádio. A documentação já foi protocolada junto ao Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG), que deverá realizar uma nova vistoria.

Caso as adequações sejam aprovadas, será emitido um novo Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). Na sequência, o documento será encaminhado à Federação Mineira de Futebol (FMF), responsável por autorizar o aumento da carga de ingressos para os próximos jogos.

Na primeira fase, o Dragão confirmou que o bom desempenho dentro de campo foi acompanhado pelo apoio da torcida nas arquibancadas. Além da campanha invicta e da liderança do grupo B, o time itabirano alcançou o pódio do ranking de público e de renda líquida entre os 12 clubes participantes do Campeonato Mineiro Módulo II 2026.

De acordo com os boletins financeiros da Federação Mineira de Futebol (FMF), o Valério levou 6.307 torcedores ao Estádio Israel Pinheiro nos cinco jogos disputados como mandante, registrando uma média de 1.261 espectadores por partida – a maior do campeonato.  

O segundo maior público da competição foi do Uberaba, que recebeu 5.035 torcedores em cinco partidas como mandante, alcançando média de 1.007 espectadores por jogo. Na sequência aparecem o Mamoré, com 4.986 torcedores (média de 997); o Guarani, com 4.545 (média de 909); o Villa Nova, com 4.413 (média de 883); e o Boa Esporte, com 4.215 (média de 843).

Completam o ranking o Patrocinense, com 3.872 torcedores (média de 774); o Democrata-SL, com 3.387 (média de 677); a Caldense, com 3.361 (média de 672); o Aymorés, com 3.072 (média de 614); o Coimbra, com 1.896 (média de 379); e o Ipatinga, que encerrou a primeira fase com 1.545 torcedores, registrando média de 309 espectadores por partida.

O domínio do Valério também apareceu nas finanças. O clube terminou a primeira fase com renda líquida positiva de R$ 106.563,21, sendo o único a ultrapassar a marca de R$ 100 mil em arrecadação. Apenas outro participante conseguiu fechar o período no azul: o Uberaba, com saldo positivo de R$ 40.558,60.

Os demais clubes encerraram a primeira fase com resultado financeiro negativo. O Villa Nova registrou déficit de R$ 2.439,97, seguido pelo Guarani, com R$ 3.784,38 negativos, e pelo Democrata-SL, que fechou com saldo de -R$ 14.163,92. O Coimbra acumulou déficit de R$ 19.068,01, enquanto o Aymorés terminou com -R$ 32.125,05.

Também fecharam a fase classificatória no vermelho o Boa, com déficit de R$ 33.963,70; o Ipatinga, com -R$ 35.308,38; o Patrocinense, que registrou saldo negativo de R$ 37.043,90; o Mamoré, com -R$ 43.224,18; e a Caldense, que apresentou o maior déficit da competição, de R$ 66.688,93.